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A galeria do Rock já foi o epicentro paulistano do punk, do heavy metal, do rap e hip hop, do rock. Faz sentido que a Galeria tenha se tornado, também, o terreno que os emocores instalaram seu paraíso.
Harmonia, contudo, é algo que não pertence a esse Éden. A começar pela hostilidade como que fomos tratados por um grupo de emos que diziam "Capricho, não! Capricho, não!". Tentamos retrucar, mas... Tarde demais. E aí começamos a buscar entender uma galera que parece estar cansada de ser alvo de matérias que os rotulam como "chorões"
e "afeminados".
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